Elche, cidade viva!
- Lucas Paim
- 13 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 14 de ago. de 2025
Faz pouco mais de três meses que estou morando em Elche, na Espanha, e essa cidade com pouco mais de 240 mil habitantes não para de me surpreender. Logo que cheguei me deparei com um parque gigantesco todo de palmeiras, que nos anos 2000 virou patrimônio da UNESCO.
Caminhando pela cidade que é repleta de construções históricas e quando viro a esquina me deparo com ela, a Basílica de Santa Mária, toda esculpida e cheia de detalhes incríveis, eu nunca havia visto algo assim de perto, apenas por fotos pela internet e livros, e garanto que é surpreendente mais do que imaginei.

Ainda aprendendo e descobrindo a cultura daqui, fui pego por uma festa histórica que acontece todo ano em agosto, em homenagem à Virgem de la Asuncíon, padroeira da cidade.
As ruas se enchem de pessoas, cores, cheiros e sons. Comidas e bebidas típicas da região completam a festa, acontecem desfiles entre as famílias tradicionais de Moros e Cristianos, com trajes que parecem saídos de filmes ou histórias de RPG, e o ritmo das bandas dão os passos das pessoas, simplesmente incríveis.
É impossível não se sentir transportado para a era medieval. Esse mar de cultura me fez enxergar a arte de outra forma: o movimento das pessoas, a harmonia das cores nos trajes, tudo!
Outra coisa tradicional aqui em Elche são os Foguetes, estouram de manhã até a noite, numa espécie de competição que anima cada canto da cidade. No dia 13 de agosto, acontece a tão esperada Nit de l’Albà, quando cerca de três toneladas de pólvora são queimadas em diversos pontos da cidade em uma explosão de luz e som — simplesmente surreal.
Conheci Elche por acaso, mas me encantei e continuo me encantando. Cada rua, cada detalhe das festas, é uma lição de cultura, energia e arte viva. Vou deixar algumas fotos dos dias que passei explorando, me divertindo e aprendendo com a cidade.















Comentários